O produto desenvolvido pela equipe de bioengenharia do instituto Dante Pazzanese de cardiologia, vinculado com a Secretária de Estado da Saúde, no Brasil devem começar a ser testado em 2 meses e se for aprovado os primeiros que utilizarão são os pacientes do próprio instituto. O equipamento foi testado primeiro em bezerros com bom resultado, a equipe foi liberada a fazer o teste em 5 pacientes. A ideia é que o aparelho seja usado em doentes com cardiopatias graves que estão nas filas de transplante de corações com risco de morte e que não esteja respondendo aos medicamentos. Seu custo deve ser em torno de R$ 60.000.
Processo: O coração artificial não substituirá o órgão natural, ele vai funcionar como uma bateria que fica presa ao corpo do lado de fora e precisa ser trocado em cada 2 horas. Os primeiros pacientes testados, no entanto, não terão o aparelho implantado por questões de seguranças. Eles terão o dispositivo preso do lado de fora do corpo e serão monitorado 24h pela equipe.

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